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Alzheimer

no dia 28 de Junho de 2013

As placas resultam da libertação e deposição excessiva de determinado tipo de proteínas chamadas beta-amilóides, que são normalmente produzidas no organismo mas cuja função ainda não é bem conhecida.



As deformações das células e fibras nervosas impedem o transporte das substâncias produzidas nas células para os locais alvo.



As referidas placas e as alterações nas fibras nervosas vão dificultar ainda a adequada transmissão dos sinais electro-químicos entre células nervosas, para além de inibir que o sangue ali chegue em quantidade adequada.



A Doença de Alzheimer afecta normalmente pessoa com mais de 65 anos, embora em casos excepcionais possa aparecer mais cedo. À medida que a doença progride, aparecem vários sintomas como a perda de memória, confusão, irritabilidade, agitação, desorienteção, e dificuldade de concentração e de julgamento das situações. A pouco e pouco o doente desliga-se totalmente da realidade qe o rodeia, podendo intervalar situações em que está aparente normal, com outras em que deixa de conhecer mesmo os familiares mais íntimos.



Não há um teste específico que estabeleça de modo inquestionável a doença de Alzheimer. O diagnóstico de certeza só e feito através de exame patológico ( biópsia do tecido cerebral), conduta não realizada quando o idoso está vivo.



As causas da doença não são bem conhecidas, embora tenham sido encontradas mutações genéticas a nível do cromossoma 21 (também implicado no síndroma de Down), e também no cromossoma 14, em alguns casos de Alzheimer. Pensa-se que a doença poderá ser de facto originada pela conjunção de factores genéticos com certas influências ambientais. Em 1999 foi descoberto um enzima (beta-secretase) que inicia o processo tóxico a nível do cérebro.



Até ao momento, não existe cura. O tratamento limita-se a tentar atrasar ao máximo as manifestações graves da doença, aliviar os sintomas e auxiliar os familiares destes doentes, muitas vezes os grandes sofredores com estas situações.



COMO É FEITO O TRATAMENTO?



É dividido em duas frentes :

1- Tratamento dos distúrbios de comportamento: para controlar a confusão, a agressividade e a depressão, muito comuns nos idosos com demência. Algumas vezes, só com calmantes e neurolépticos pode ser difícil controlar. Assim, temos de recorrer a outros processos não medicamentosos, para haver um melhor controle da situação.





2- Tratamento específico: dirigido para tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Drogas como a rivastigmina (Exelon), tacrina (Tacrinal), donepezil, metrifonato, galantamina, entre outras, podem funcionar melhor no início da doença, porém seu efeito pode ser temporário, pois a doença de Alzheimer continua, infelizmente, a progredir.



Existem outras modalidades de tratamento, ainda em fase de pesquisa e aguardando confirmação de sua validade, pela comunidade médica. A mais promissora parece ser a reposição hormonal (estrogénio). Outras seriam a seleginina, o ginkgo biloba, os anti-inflamatórios não-hormonais (indometacina), a nimodipina e a vitamina E.



Recentemente, conseguiu-se uma vacina que parece ser eficaz em ratos, tanto no aspecto de prevenir como de eliminar a formação de placas. Falta ainda fazer uma série de estudos a fim de saber se esta vacina poderá ser aplicada a humanos.

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