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Exercício físico diminui risco de Alzheimer

no dia 16 de Janeiro de 2012
A prática de exercício físico pode ajudar a proteger contra as alterações cerebrais associadas à doença de Alzheimer em pessoas que apresentam um factor genético conhecido, o alelo e 4 do gene apolipoproteína E (APOE), dá conta um estudo publicado nos "Archives of Neurology". "A presença do alelo e4 do gene APOE é o factor de risco mais bem conhecido para a doença de Alzheimer, a maior parte dos indivíduos com esta doença apresentam este alelo", revelaram os investigadores da Washington university, nos EUA. Tem sido sugerido que a presença ou ausência desta variante do gene pode afectar a relação "entre o estilo de vida e o risco de declínio cognitivo e demência", acrescentou uma das autoras do estudo, Denise Head. Neste estudo os investigadores analisaram a associação entre a prática de exercício físico e a deposição da proteína b-amilóide no cérebro de 201 pacientes, entre os 45 e 88 anos, que apresentavam uma função cognitiva normal e que expressavam ou não o alelo e4 do gene APOE. O estudo revelou que, em comparação com os pacientes que tinham uma vida mais sedentária, os que tinham um estilo de vida activo apresentam uma menor deposição da proteína b-amilóide no cérebro. Os investigadores concluíram que a presença do alelo e4 do gene APOE "estava associada a um maior risco de declínio cognitivo e aumento da deposição da proteína b-amilóide no cérebro", Contudo, "a prática de exercício físico tem sido associada a um menor risco de declínio cognitivo e menores níveis de deposição da proteína b-amilóide", acrescentam os investigadores. Os autores do estudo concluem que, "os nossos resultados sugerem que a prática de exercício de acordo com os níveis recomendados pela American Heart Association pode ter um benefício particular para a redução da deposição da proteína b-amilóide no cérebro nos indivíduos que apresentam uma função cognitica normal, mas expressam o alelo e4 do gene APOE. Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

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