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8as Jornadas de Actualização em Doenças Infecciosas

no dia 26 de Janeiro de 2012
A crise económica que Portugal atravessa, pode potenciar o número de casos de tuberculose, pois uma população empobrecida estará mais sujeita ao desenvolvimento desta patologia. No segundo dia das 8as Jornadas de Actualização em Doenças Infecciosas do Hospital de Curry Cabral, que conta com a presença do Ministro da Saúde na sessão de abertura, a tuberculose, as hepatites víricas e o panorama global das doenças infecciosas nos próximos 30 anos são alguns dos temas em destaque. Segundo o último Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias, em Portugal foram registados, durante o ano de 2010, 2559 casos de tuberculose, um número que faz com que o nosso país seja o único da Europa Ocidental que não entra na lista de baixa incidência. Jaime Pina, pneumologista e membro da Fundação Portuguesa do Pulmão, explica que a tuberculose geralmente ocorre em grupos populacionais fragilizados. Essa fragilização decorre de uma depressão do sistema imunitário devida a malnutrição, stresse continuado, infecções de repetição, etc. Assim, uma população mais pobre é uma população mais suscetível à patologia. Se esta realidade se vai refletir no número de casos da doença em Portugal, tal dependerá de vários fatores, tais como a duração da presente crise e da capacidade da estrutura social poder ou não compensar o empobrecimento. O especialista refere que neste momento a principal preocupação dos profissionais que tratam a patologia é sem dúvida a tuberculose multirresistente e extensivamente multirresistente, que apresenta níveis de cura muito baixos e pode ser transmissível a terceiros, exige uma abordagem particular multicomponencial: quartos de isolamento, capacidade de assegurar a toma da medicação observada diretamente, camas para internamento de longa duração, entre outras medidas. Jaime Pina afirma ainda que a opção do Serviço Nacional de Saúde de enquadrar estes doentes em Centros de Referência parece-me um modelo adequado. Porém, é difícil de entender que a região em que essa forma de tuberculose está mais presente (ARS de Lisboa e Vale do Tejo) seja a única em que esse modelo não está ainda implementado. Além da tuberculose, neste segundo dia de jornadas, estarão em debate a sépsis, as hepatites víricas e o panorama global das doenças infecciosas nos próximos 30 anos, uma conferência que será da responsabilidade de Marc Sprenger, director do European Centre for Disease Prevention and Control. Fonte:Guess What? [Fim de Notícia]

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