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Origens do glaucoma poderão conduzir a potencial cura

no dia 31 de Janeiro de 2012
O glaucoma é a segunda principal causa de cegueira. Esta doença, que afecta 70 milhões em todo o mundo, não tem cura e não apresenta sintomas precoces. Uma vez a visão perdida, esta é irreversível. O glaucoma é normalmente despoletado quando o fluido ocular é incapaz de circular livremente através malha trabecular do olho, conduzindo a um aumento da pressão intra-ocular e danos na retina e no nervo óptico que resultam na perda de visão. Em certos tipos de glaucoma, este bloqueio resulta da acumulação de uma proteína, a miocilina. Neste estudo os investigadores do Georgia Institute of Technology, nos EUA, focaram a sua atenção nas propriedades estruturais destes depósitos de miocolona. "Ficámos surpreendidos ao descobrir que tanto a proteína mutada como a normal são rapidamente activadas para produzir resíduos fibrosos estáveis que contêm um material patogénico conhecido por amilóide", revelou, em comunicado de imprensa, a líder do estudo, Raquel Lieberman. Raquel Lieberman revelou que "os depósitos de amilóide que contêm miocilina matam as células responsáveis pela integridade do tecido da malha trabecular. Para além dos restos dos fragmentos resultantes da morte celular, as fibras podem também criar uma obstrução no tecido da malha trabecular. Em conjunto, estes mecanismos podem acelerar o aumento da pressão intra-ocular que compromete a visão", explicou a investigadora. A formação da amilóide contribui para o desenvolvimento de várias doenças nomeadamente, a doença de Alzheimer, certos tipos de diabetes e encefalopatia espongiforme bovina. Os investigadores estão actualmente a estudar formas de destruir estas fibras de amilóide para tratar este tipo de doenças. Investigações futuras, baseadas nos resultados deste estudo, poderão resultar em fármacos que consigam impedir a formação destes depósitos ou destruir as fibras existentes nos pacientes com glaucoma. Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

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