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Metade dos doentes mentais graves sem acompanhamento

no dia 18 de Abril de 2012
Quase metade dos portugueses afetados por doenças mentais severas não são tratados nos serviços de saúde, uma situação "sem par" noutras enfermidades, afirma o especialista José Miguel Caldas de Almeida. O professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (UNL) disse que "40 por cento das pessoas com doenças mentais severas não têm tratamentos em serviços de saúde e, nos casos de gravidade mais moderada, a percentagem aumenta". Caldas de Almeida, que foi coordenador do Programa Nacional da Saúde Mental, falava na apresentação da Plataforma Gulbenkian para a saúde Mental Global, uma iniciativa promovida pela Fundação Calouste Gulbenkian, com o apoio da Faculdade de Ciências Médicas e da Organização Mundial de Saúde. Embora tenha havido progressos nos últimos anos, Portugal tem uma prevalência de doenças mentais das mais elevadas da Europa e "muitos doentes só têm acesso a serviços de saúde que não são da melhor qualidade", apontou. O responsável transmite preocupação com os cuidados a estes pacientes, numa altura em que o país ebfrebta problemas económicos e cortes de verbas em várias áreas, incluindo na saúde. "A crise financeira pode criar o risco de fragilizar os serviços e cuidados que temos obrigação de disponibilizar a estes doentes", alertou Caldas de Almeida. O Governo "que acudir a muitas áreas e o sector das doenças mentais é mais ignorado", tanto pelos responsáveis políticos, como pela população e pela comunicação social, pois "há um estigma associado", referiu. Fonte:Açoriano Oriental [Fim de Notícia]

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