Nesta página encontra 2 elementos auxiliares de navegação:Motor de busca | Saltar para o conteúdo

Portal do Cidadão com Deficiência

Associação Portuguesa de Deficientes Delegação S.Miguel

Navegação

Em conformidade com a Acessibilidade Web:

Símbolo de
Acessibilidade à Web Acessibilidade Certificada Validação W3C WAI-AAA Validação W3C CSS Validação W3C XHTML

Notícia + - Imprimir

Inicio » Notícias » Associação Portuguesa dos Nutricionistas distingue estudos sobre doença celíaca
Imagem da Noticia

Associação Portuguesa dos Nutricionistas distingue estudos sobre doença celíaca

no dia 12 de Junho de 2012
Dois trabalhos sobre a doença celíaca deram distinções a três investigadores da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica - Porto. Atribuídos no âmbito do 11 Congresso anual da Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN), os prémios distinguiram trabalhos no âmbito do projecto "Ser celíaco em Portugal". O trabalho "Grau de adesão à dieta isenta de glúten, disponibilidade de produtos alimentares específicos e grau de satisfação numa amostra de celíacos em Portugal" recebeu o segundo prémio para melhor comunicação oral e o projecto "Frequência de visita a profissionais de saúde e grau de satisfação relativo às diferentes fontes de informação acerca de doença celíaca e dieta isenta de glúten" ganhou o segundo prémio para melhor poster científico. Contactada pelo "Ciência Hoje", Ana Sofia Pimenta explica que "a doença celíaca é um distúrbio de carácter autoimune precipitado pela ingestão de cereais que contém glúten, em indivíduos geneticamente predispostos". Tradicionalmente, "era considerada uma síndrome de má absorção rara na infância", refere. Hoje em dia sabe-se que "é uma condição mais frequente, que pode ser diagnosticada em qualquer idade e que afecta múltiplos sistemas de órgãos". Até à década de 70, conta a investigadora, "estimava-se que a prevalência global de doença celíaca na população correspondia a 0,03 por cento e que afectava maioritariamente os indivíduos de origem europeia". No entanto, !a introdução de técnicas endoscópias gastrointestinais nos anos 70, a identificação de duas moléculas HLA (antigénio leucocitário humano) - DQ2, nos anos 80, e o HLA - DQ8, no inicio da década de 90", bem como o "reconhecimento do amplo espectro clínico da doença e o desenvolvimento de testes serológicos altamente específicos revelaram que a doença é mais prevalente do que se pensava". A prevalência da doença celíaca "é maior nos grupos de risco, nomeadamente familiares de doentes celíacos, portadores de síndrome de Down e indivíduos com outras doenças autoimunes, como por exemplo diabetes mellitus tipo 1", explica a investigadora Ana Sofia Pimenta. A doença pode diagnosticar-se em qualquer idade, porém, "parece surgir mais frequentemente na infância ou na quarta ou quinta década de vida". Os estudos mais recentes têm vindo a sugerir "o aumento da incidência em pessoas mais velhas, sendo que, actualmente, se debate se o diagnóstico de doença celíaca em idade avançada corresponde, de facto, ao real desenvolvimento da doença em idade tardia ou se se prende com atrasos no diagnóstico". Apesar dos avanços nos métodos de rastreio e diagnóstico, a doença permanece subdiagnosticada. Pensa-se que "por cada caso diagnosticado, existam entre 5 a 10 casos por diagnosticar, dado o predominio de manifestações clínicas atípicas ou até mesmo ausência de sintomas". Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

EM DESTAQUE

PRÓXIMOS EVENTOS

Mais Eventos

INQUÉRITO

Março é o mês da Saúde dos Pés. Já consultou um Podologista?

  • Sim
  • Não