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Estudo desenvolvido na Universidade de São Paulo

no dia 18 de Março de 2013
Um estudo desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP), no Brasil, conseguiu identificar três compostos, presentes no sangue, associados ao envelhecimento cerebral e que poderão, no futuro, abrir caminho para a identificação precoce de Alzheimer e outras doenças neurodegenerativas. os três compostos têm níveis que variam de acordo com o envelhecimento: monofosfato cíclio de guanosina (GMP cíclico), óxido nítrico sintetizado (NOS) e substâncias reactivas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) - já anteriormente usado como marcador do envelhecimento cerebral. O objectivo da investigação foi estudar o sangue (plaquetas) de pacientes com Alzheimer. Para tal, os cientistas compararam três grupos de pessoas - entre eles, 37 adultos jovens (dos 18 aos 49 anos), 40 idosos saudáveis (dos 62 aos 80 anos) e 53 idosos com Alzheimer (dos 55 aos 89 anos) - atendidas no Hospital da Faculdade de Medicina da USP. A equipa constatou que o envelhecimento aumenta a presença da NOS e da TBARS, e leva a uma diminuição do GMP cíclico, mas nos pacientes com Alzheimer esse processo é muito mais intenso, ou seja, a presença de NOS e TBARS é muito superior quando comparada aos outros dois grupos. Segundo divulga a USP na sua página, foi ainda realizado outro estudo com o objectivo de verificar se acontece a mesma coisa no sistema nervoso central, acompanhando ratos dos quatro aos 24 meses. Durante a investigação analisaram animais com seis, 12 e 24 meses, comparando os níveis dos três compostos em duas estruturas do sistema nervoso central: o hipocampo, região do cérebro ligada ao armazenamento da memória; e o córtex frontal, associado ao processo de tomada de decisão e à memória - duas regiões afectadas pela Alzheimer. Os resultados foram semelhantes: o processo de envelhecimento leva a um aumento da NOS e da TBARS e a uma diminuição do GMP, ou seja, o mesmo comportamento verificado em seres humanos. No entanto, por mais promissores que tenham sido os resultados, os investigadores relembram que ainda há um longo caminho a percorrer até conseguir chegar a um marcador biológico que funcione como indicador do envelhecimento ou mesmo de se desenvolver de Alzheimer. Para tal, seria necessário um estudo populacional de larga escala, que fizesse o acompanhamento de pessoas saudáveis e portadoras da doença. Fonte:Atlântico Expresso [Fim de Notícia]

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