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Doentes de Machado-Joseph com mais apoios

no dia 16 de Outubro de 2003
Habitação, cuidados básicos de saúde, ocupação profissional e investigação, constituem a base do documento elaborado pela Comissão especializada Permanente de Assuntos Sociais a aprovar na Assembleia Legislativa Regional dos Açores. A proposta, da iniciativa do Partido Popular, visa proporcionar maiores cuidados de saúde a 103 açorianos - em mais de 237 mil habitantes - que sofrem da doença de Machado-Joseph. O documento foi apresentado em Fevereiro do corrente ano pelo PP e a comissão lançou-se no estudo exaustivo da problemática que afecta parte da população do arquipélago, sobretudo nas Flores, cuja relação é de um por cada 34 habitantes. Ontem, as conclusões e as propostas de resolução foram aprovadas por unanimidade. A comissão propõe, desta forma, a atribuição de maior prioridade aos doentes de Machado - Joseph em processos de aquisição de habitação, recuperação de fogos degradados e inclusivamente a respectiva adaptação face aos problemas de imobilidade resultantes da progressão da doença. De acordo com o documento a que o Açoriano Oriental teve acesso, os deputados da ALRA recomendam ainda que sejam desencadeados procedimentos por forma a assegurar a todos os doentes o acesso a apoios específicos no âmbito da fisioterapia e psicologia, consultas e outros tratamentos específicos. Além disso, pretende implementar uma campanha de sensibilização junto dos próprios doentes e respectivas famílias, no sentido de intensificar a divulgação dos testes preditivo e pré-natal, bem como assegurar os apoios necessários a uma tomada de decisão autónoma e informada. A comissão defende também um modelo de funcionamento em equipas pluridisciplinares, que articulando profissionais das diferentes áreas do saber, assegurem uma resposta global e integrada. O acesso à informação, minimizar o isolamento e promover maior segurança em situações de emergência, constituem outras das recomendações da comissão, que não esqueceu o alargamento de incentivos de ocupação profissional. A ideia do PP surgiu na medida em que se trata de uma doença característica das ilhas e que provoca incapacidade ao nível de autonomia pessoal, profissional e familiar. A importância de estabelecer medidas especiais de apoio aos indivíduos portadores da doença surge na sequência do decreto-lei que atribui uma pensão de inavlidez pelo regime geral da segurança social. Uma medida insatisfatória. Entretanto, em cima da mesa esteve ainda a criação de um conselho de formação contínua destinado a professores do ensino básico, secundário e educadores de infância, proposto pelo PSD/Açores. Fonte:Açoreano Oriental [Fim de Noticia]

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