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39 mortes por ano com cancro do estômago

no dia 05 de Fevereiro de 2016

Apesar da incidência de cancro no estômago estar a reduzir os Açores, em média por ano, são detetados 55 novos casos deste cancro.

Este é o cancro classificado em quinto lugar ao nível da incidência nos Açores, sendo superado pelo cancro da próstata, cancro no pulmão, cancro da mama e cancro do intestino.

Apesar de estar em quinto lugar na taxa de incidência apresenta-se como um dos cancros mais mortais a nível nacional.

"A mortalidade média é 39 casos. Se considerarmos a estatística da mortalidade ao longo dos últimos trinta anos verificamos uma diminuição da mortalidade. Este é um indicador positivo", descreve Raul Rego, presidente do Conselho de Administração do Centro de Oncologia dos Açores (COA).

O médico gastroenterologista Nuno Nunes, especialista do Hospital do Divino Espírito Santo, refere que a diminuição do número de casos de cancro do estômago nos Açores está a "acompanhar a tendência mundial".

Os fatores que estão a contribuir para uma diminuição do número de casos de cancro do estômago "é a melhoria das condições de vida, processamento dos alimentos e melhor refrigeração dos alimentos".

Para evitar contrair este cancro as pessoas devem evitar consumir alimentos muito salgados, processados, gordurosos, devem evitar fumar ou ingerir bebidas alcoólicas. "Estes são fatores que, ao  serem evitados, contribuem para reduzir o risco", alerta o médico Nuno Nunes, acrescentando que geralmente este cancro surge "entre os 60 e 70 anos".

"A doença pode surgir mais cedo, mas a tendência é que se verifique em idades mais avançadas. A menos que existan determinadas doenças que aumentem o risco de contrair este cancro", sublinha.

Os primeiros sinais de alerta desta doença "é um incomodo abdominal. As pessoas podem sentir náuseas, vontade de vomitar e perda de peso. Muitas vezes as  pessoas pensam que são úlceras de estômago. Numa fase mais avançada da doença as pessoas podem ser dificuldades para engolir os alimentos ou manifestem algumas perdas de sangue", descreve o médico.

O aparecimento destes sintomas deve levar o utente a uma  consulta com o médico de família, que poderá solicitar exames ou encaminhar o paciente para uma consulta no Hospital do Divino Espírito Santo.

Caso a doença não seja detectada numa fase embrionária os sinais de alerta podem resultar na  perda de peso, vómitos e dificuldade para dormir devido a dores de barriga. "São estes sinais de maior risco e realizamos uma endoscopia para detetar a doença. Caso a doença esteja numa fase precoce existe a possibilidade de realizar o tratamento por via de uma endoscopia", refere.

O médico Nuno Nunes afirma que o tratamento deste cancro pode ser realizado em Ponta Delgada, através do novo Centro de Radioterapia.

"Caso seja necessário estabelecer protocolos pré-operatórios poderá ser realizado no centro de Radioterapia. Podemos fazer todo o tratamento nos Açores", frisa.

 

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