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Parkinson e melanoma podem estar associados

no dia 10 de Julho de 2017

O estudo conduzido por uma equipa de investigadores liderados por Jose Pulido da Mayo Clinic em Rochester, EUA, indicou que os pacientes com a doença d Parkinson apresentam um risco quatro vezes maior de desenvolverem melanoma e os com melanoma correm um risco quatro vezes maior de desenvolverem aquela doença neurodegenerativa,

Esta associação entre ambas as doenças tem vindo a ser estudada desde há largos anos. Existem estudos que sugeriram também que a levodopa, um fármaco usado no tratamento da doença de Parkinson, poderá estar ligada  ao desenvolvimento do melanoma. Outros estudos demonstraram uma associação entre as doenças sem a implicação daquele fármaco.

Face aos resultados, os médicos que acompanham os pacientes com uma das doenças deverão estar atentos a sintomas da outra doença e informar os pacientes sobre a possível associação entre ambas as doenças. Para o estudo, os investigadores basearam-se em  processos clínicos da base de dados do Projeto de Epidemiologia de Rochester, nos quais procuraram casos de diagnóstico de Parkinson entre Janeiro de 1976 e Dezembro de 2013.

A equipa identificou 974 casos com a doença e estudou a prevalência de melanoma naqueles pacientes. Seguidamente comparou-os com 2.922 pessoas sem Parkinson.

Os investigadores identificaram também 1.544 casos de melanoma durante o mesmo período e calcularam o risco nos pacientes ao longo de 35 anos de desenvolverem Parkinson, e compararam os resultados com 1.544 pessoas sem melanoma.

Como resultado, os investigadores apuraram o risco, supramencionado, quatro vezes maior de desenvolvimento de uma das doenças na presença da outra. No entanto, não foi estabelecida uma associação entre o tratamento da Parkinson com levodopa e o desenvolvimento daquele tipo de cancro da pele.

Os investigadores especulam que possam existir anormalidades comuns genéticas, ambientais ou do sistema imunitário em pacientes com ambas as doenças, mas são necessários mais estudos para confirmar essa teoria.

"As investigações futuras deverão focar-se em  identificar genes comuns, respostas imunitárias e exposição ambiental que possa ligar estas duas doenças", disse Lauren Dalvin que participou neste estudo.

Alert

Estudo publicado na revista "Mayo Clinic Proceedings"

 

 

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