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Estudo revela novos dados

no dia 17 de Novembro de 2017

A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC) vai apresentar os resultados de um estudo nacional sobre a perceção da população idosa em relação às doenças cardiovasculares, no próximo dia 16 de novembro, pelas 17h30, no Centro de Conferências de Tróia.

De acordo com o estudo, o primeiro dirigido especificamente a pessoas com mais de 70 anos, cerca de 26 por cento dos inquiridos revela estar preocupado com uma doença cardiovascular como hipertensão arterial (7 por cento), trombose (6,3 por cento), enfarte do miocárdio (5 por cento), cardiomiopatia (2,7 por cento), doenças das válvulas do coração (2 por cento), insuficiência cardíaca congestiva (1,3 por cento) e outras doenças (1,7 por cento). No entanto, a população idosa inquirida destaca o cancro (21,3 por cento) e a diabetes (15,3 por cento) como as doenças mais preocupantes.

“Estes novos dados indicam-nos que temos de reforçar a nossa aposta em campanhas de sensibilização não só para os fatores de risco da doença cardiovascular, numa perspetiva preventiva, mas também para a valorização correta da gravidade das doenças do coração que são a segunda causa de mortalidade em Portugal”, admite Rui Campante Teles, Coordenador da iniciativa europeia Valve For Life da APIC.

O estudo indica também que apesar da esmagadora maioria dos inquiridos (85 por cento) saber que o coração tem válvulas, apenas metade (51,7 por cento) sabe que existem doenças das válvulas, e apenas 18,3 por cento das pessoas com mais de 70 anos já ouviu falar de estenose aórtica, a principal doença valvular que é potencialmente fatal.

“Sabemos hoje que temos de encontrar estratégias mais eficazes para aumentar o conhecimento sobre a estenose aórtica, uma doença grave que afeta 1 em cada 15 portugueses com mais de 80 anos, limitando as suas capacidades e qualidade de vida”, explica Lino Patrício, Presidente da campanha de consciencialização nacional “Válvula para a Vida”.

A investigação revela ainda que cerca de 1 em cada 4 pessoas com mais de 70 anos admite ter tonturas (14 por cento), falta de ar (13 por cento) ou desconforto no peito (7 por cento), os principais sintomas para a doença cardiovascular. A maioria dos inquiridos admite ter ido ao médico por causa desses sintomas (88,1 por queixas relacionadas com tonturas; 89,7 por cento devido à falta de ar e 90,5 por cento pela sensação de desconforto no peito).

A resposta clínica inicial valorizou as queixas levando a que, em 79,7 por cento dos casos, os inquiridos dizem que o médico pediu exames complementares de diagnóstico: ecografia ao coração (67,3 por cento), eletrocardiograma (7,8 por cento); radiografia/tac (7,8 por cento); análises clínicas (1,6 por cento) e prova de esforço (1,6 por cento).

Para os portugueses com mais de 70 anos ter qualidade de vida é ter saúde (57,3 por cento), boa mobilidade/autonomia (22,7 por cento) ou  ter condição financeira estável (10,8 por cento). No seu dia-a-dia, os inquiridos admitem que passam o seu tempo com tarefas domésticas (59 por cento) ou a caminhar e/ou passear (46,3 por cento). Cerca de 21 por cento confessa que gostava de viajar mais.

Estas são as principais conclusões do estudo realizado pela empresa Spirituc, por questionário telefónico, a uma amostra de 300 pessoas com mais de 70 anos, residentes em Portugal Continental, em outubro de 2017. O estudo foi realizado a pedido da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular.

A Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular, uma entidade sem fins lucrativos, tem por finalidade o estudo, investigação e promoção de atividades científicas no âmbito dos aspetos médicos, cirúrgicos, tecnológicos e organizacionais da Intervenção Cardiovascular. A APIC está a promover, em Portugal, a campanha Valve For Life (“Válvula para a Vida”) para aumentar a consciencialização para a estenose aórtica. Mais informação em www.estenoseaortica.pt

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