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Euro fácil de falsificar

no dia 01 de Janeiro de 1970

As novas notas em euros são tão seguras como as dos escudos. Ou seja, fáceis de falsificar com uma boa impressora de jacto de tinta. O PortugalDiário fez a comparação entre as apreensões de notas falsas nos primeiros quatro meses do ano passado e igual período neste ano. Em 2002 há menos notas mas mais dinheiro falsificado. As notas que mais se falsificam são as de 50 euros.

O nível de contrafacção é igual agora com o euro e o grau de dificuldade é o mesmo, confirma João Almeida, coordenador de investigação criminal da Polícia Judiciária. A região de Lisboa é a que apresenta maior número de apreensões de notas falsas. Quase todas feitas através de jacto de tinta, tal como acontecia com as notas dos "contos".

Só o holograma [a barra prateada do lado direito] é um bom elemento de segurança e até este momento eles ainda não conseguiram fazer uma imagem com qualidade. é feita com tinta cinzenta que não imita minimamente, explica o mesmo responsável. Não imita mas a verdade é que há muita gente que vai tentando. Nos últimos quatro meses foram apreendidos 58.650 euros, um valor muito superior ao registado no ano passado (quase 11 mil contos).

Dinheiro falsificado sobretudo em notas de 50 euros. A PJ apreendeu 942 já este ano. Em igual período do ano passado foram descobertas 3802. Mas neste ultimo caso o valor da maioria das notas era muito inferior já que eram sobretudo notas de 5000 escudos.

Crimes caseiros

O tipo de contrafacção que se faz em Portugal, através de computadores e impressoras não representa dificuldade nenhuma. Trata-se de um grande número de pequenos contrafactores que fazem pequenas quantidades de notas falsas. São portanto contrafactores ocasionais ou caseiros.

Caseiros mas que conseguiram fintar as defesas da nova moeda. Eu pessoalmente tinha uma expectativa de que o euro fosse capaz de resistir ao pequeno contrafactor, confessa João Almeida.

Afinal continua tudo na mesa. Situação idêntica vivem os países do sul da Europa. No norte não há falsificações. Os poucos casos que eles têm pensa-se que sejam originários dos países do sul. De Portugal, Espanha e Itália. Mas no norte sempre tiveram baixos indices de falsificação

As notas falsas aprendidas fazem parte do inquérito. São objecto de perícia e depois são posteriormente destruídas.

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