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Hospitais não cumprem as normas

no dia 14 de Junho de 2004
Há um ano que o registo da intensidade da dor se tornou obrigatório. Mas o presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor refere que os hospitais ainda ignoram essa norma. Hoje assinala-se mais um Dia Nacional de Luta Contra a Dor. O presidente da associação para o Estudo da Dor acusou ontem os hospitais de ignorarem a norma que obriga ao registo diário da dor sentida pelos doentes internados e instou à apresentação de queixas nas unidades. José Castro Lopes, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED), lamentou que, embora a dor seja um sinal vital, o seu registo só é feito em muito poucos hospitais. O registo da intensidade da dor tornou-se obrigatório há um ano, no Dia Nacional de Luta Contra a Dor, que se assinala novamente hoje, quando este sintoma passou a ser considerado um sinal vital a medir diariamente, a par da temperatura corporal, da tensão arterial e das frequências cardíacas e respiratória. Para José Castro Lopes, falta ainda sensibilidade aos profissionais de saúde para a questão da dor que, infelizmente, continua a ser tratada como uma fatalidade. Queixa Perante este cenário, o presidente da APED defendeu que qualquer doente pode apresentar uma queixa ao hospital por não estar a ser aplicada a norma. O também professor do Instituto de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina do Porto declarou-se ainda pouco optimista em relação à aplicação do Plano Nacional de Luta Contra a Dor (PNLCD). Criado em 1999, o PNLCD prevê que, até 2007, 72 hospitais portugueses estejam equipados com unidades de dor, vocacionadas para o tratamento da dor crónica. Segundo um inquérito realizado em 1999 a todos os hospitais, excluindo os psiquiátricos, apenas 21 instituições possuem unidades de tratamento da dor de nível básico, e nenhum hospital tem unidades de nível III, às quais compete a investigação e a formação pré e pós-graduada no tratamento da dor. Na prática, o Plano não está a ter a aplicação desejada, lamentou José Castro Lopes, adiantando que só agora se vai avançar para o planeamento dos hospitais que podem receber as unidades de dor. A deficiente organização dos cuidados no que toca à dor é realçada no Plano Nacional de Saúde, um documento de planeamento para o sector com metas estratégicas até 2010, apresentado em Fevereiro deste ano pelo primeiro-ministro. ----------------------------------- Plano Dor é tratável O Plano Nacional de Saúde alerta para o facto de as poucas [unidades] existentes resultarem, frequentemente, mais do empenhamento de alguns profissionais mais vocacionados e treinados para o tratamento da dor do que de um esforço institucional para a sua criação.~ Salientando que a dor constitui um importante problema de saúde pública que urge combater, pelo elevado potencial para causar sofrimento e gerar incapacidades e abstenção laboral, o Plano Nacional de Saúde sustenta ainda que está cientificamente provado que a dor é tratável em 90 por cento das situações, seja de causa oncológica, reumática ou sida. Fonte:Primeiro de Janeiro [Fim de Noticia]

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