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Dívida recorde à indústria

no dia 23 de Julho de 2004
São números da Associação Portuguesa de Indústria Farmacêutica (Apifarma), segundo a qual o valor da dívida dos hospitais do sector público administrativo (SPA) é de 642 milhões de euros e que o montante já vencido - 515 milhões de euros - "ultrapassa o valor estipulado [pelos ministérios da Saúde e Finanças] para o seu pagamento, que é de 500 milhões de euros". Quanto a prazos de pagamento, os hospitais SPA estão a pagar à indústria farmacêutica a 527 dias, um período de tempo muito superior à média do total das unidades do Serviço Nacional de Saúde. Já os 31 hospitais transformados em sociedades anónimas (SA) devem aos laboratórios cerca de 200 milhões de euros, dos quais 150 milhões correspondem a dívida vencida, e apresentam uma média de 322 dias como prazo de pagamento. A dívida desses hospitais preocupa particularmente a Apifarma, dado a informação do ministro da Saúde segundo a qual "as dívidas dos SA não podiam ser negociadas nos mesmos moldes que os SPA". Isto é , saldadas através de um empréstimo conjunto das Finanças e da Saúde. Para o presidente da associação, José Gomes Esteves, o ideal seria negociar em bloco as dívidas dos SA, mas os elevados montantes em jogo acabaram por levar a indústria farmacêutica a avançar com negociações individuais com os hospitais com dívidas mais altas. Através dessa negociação directa, realizada pela Presif (empresa constituída pelos laboratórios para negociar o pagamento das dívidas), foi possível alcançar já o acordo com quatro hospitais, tendo a associação avançado com um processo de contencioso contra o Centro Hospitalar de Gaia (mais de 30 milhões de euros em falta) e o contra o hospital D. Estefânia (com cerca de dez milhões de dívida). José Gomes Esteves lamenta que a indústria farmacêutica "continue a ser o único fornecedor que não tem qualquer previsibilidade no recebimento". Mas já há hospitais SA - cujo nome não forneceu - a receber medicamentos contra pagamento. hospitais Unidades do sector público administrativo e do sector empresarializado devem 850 milhões de euros aos laboratórios farmacêuticos Prazo de pagamento chega ao ano e meio Uso de certos fármacos banaliza-se As pessoas estão a banalizar o uso de algumas classes terapêuticas de medicamentos desde que existem em versão genérica - mais barata - no mercado. Um alerta a que a Apifarma junta o anúncio do abrandamento do crescimento do mercado de genéricos em Portugal. Estes detêm actualmente uma quota de mercado de 7,1%. E deverão "continuar a crescer" até "um desaceleramento": com a progressiva "saturação" das classes terapêuticas que, tradicionalmente, têm genéricos (tranquilizantes, cardiovasculares, anticolesterol e gastrointestinais), será difícil que a entrada de novos produtos provoque um grande aumento de quota de mercado. Fonte: Jornal de Notícias [Fim de Notícia]

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