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Incêndios: ajuda financeira para os mais afectados

no dia 03 de Agosto de 2004
O Governo anunciou ontém que já foram disponibilizados meios financeiros, através do Instituto da Segurança Social, para prestar ajuda humanitária imediata às vítimas mais carenciadas dos incêndios florestais deste Verão. "Através do fundo da Segurança Social foram accionados meios financeiros automáticos para dar resposta às situações humanitárias mais graves", afirmou o ministro das Cidades e Administração Local, José Luís Arnault. Numa reunião que juntou cerca de 80 presidentes de Câmaras dos municípios mais atingidos pelas chamas, Arnault adiantou que "a declaração do estado de calamidade pública não depende da boa-vontade do ministro, mas de uma avaliação criteriosa dos prejuízos", que só agora vão começar a ser levantados. Segundo o responsável, o total de verbas que serão disponibilizadas só poderá ser determinado depois de os autarcas procederem ao levantamento completo dos danos provocados pelos incêndios. De acordo com o presidente da Câmara de Monchique, um dos concelhos mais afectados, "uma primeira avaliação só estará concluída dentro de 10 a 12 dias". "é impossível falar já em verbas para 2004 porque só agora vamos fazer um inventário de toda a situação", afirmou Carlos Tuta, acrescentando que "ainda há pessoas afectadas pelos incêndios de 2003 que não foram compensadas". No final da reunião, o representante da Associação Nacional de Municípios, Jaime Soares, defendeu que "o levantamento tem de ser feito de forma expedita, para que o dinheiro comece já a chegar às pessoas que estão em situação crítica". "As pessoas não podem esperar e, por isso, temos de começar já a trabalhar no terreno", concluiu. Além dos autarcas, estiveram também presentes na reunião de hoje representantes do Instituto da Solidariedade e Segurança Social, do Instituto da Conservação da Natureza, do Instituto da água e das direcções gerais dos Recursos Florestais e da Agricultura.

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