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Associação cria em Miranda do Corvo "comunidade de inserção"

no dia 13 de Setembro de 2004
Miranda do Corvo, um município vizinho de Coimbra, vai dispor a partir de quarta-feira de um complexo residencial para acolher deficientes, que no futuro se poderá estender aos sem-abrigo. A iniciativa é da Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional (ADFP), que investiu 370 mil euros na denominada "Comunidade de Inserção", um espaço residencial de 860 metros quadrados, composto por cinco unidades autónomas. Nesse mesmo dia, a associação celebra um protocolo com a Segurança Social para aí criar a "Unidade de Vida Apoiada", vocacionada para os portadores de doença mental. Dez doentes mentais crónicos, mas com a doença estabilizada, encaminhados por instituições psiquiátricas, vão aí poder residir temporariamente, e participar nas actividades, designadamente de trabalho, que a associação desenvolve como forma de inserção social. A unidade foi criada para poder responder às dificuldades que as famílias têm em acolher e tratar os portadores de deficiência, de acordo com o presidente da ADFP, o médico Jaime Ramos. "Ao permitirmos aos doentes aí permanecer temporariamente, estamos, ao mesmo tempo, a facultar às famílias a recuperação necessária das condições físicas e psicológicas, que permitam recebê- los com dignidade", refere, numa nota de divulgação do serviço. A Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo equaciona a possibilidade de vir a acolher permanentemente este tipo de doentes, desde que as famílias não disponham de condições para tal. Com a construção de uma nova unidade residencial da ADAF, é intenção alargar este projecto a imigrantes que vivam em condições precárias e com problemas, a cidadãos sem-abrigo ou muito carenciados. Fonte:Lusa [Fim de Noticia]

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