Nesta página encontra 2 elementos auxiliares de navegação:Motor de busca | Saltar para o conteúdo

Portal do Cidadão com Deficiência

Associação Portuguesa de Deficientes Delegação S.Miguel

Navegação

Em conformidade com a Acessibilidade Web:

Símbolo de
Acessibilidade à Web Acessibilidade Certificada Validação W3C WAI-AAA Validação W3C CSS Validação W3C XHTML

Notícia + - Imprimir

Inicio » Notícias » Congressos Luso-Brasilero/Galego na UFP reflectem papel mediador da Comunicação Social
Imagem da Noticia

Congressos Luso-Brasilero/Galego na UFP reflectem papel mediador da Comunicação Social

no dia 18 de Março de 2005
A maioria das pessoas com mais de 60 anos prefere recorrer aos meios de Comunicação Social do que ao médicos para obter uma informação sobre saúde, sendo que 82 por cento acredita que as notícias contribuem para uma vida mais saudável e 58 por cento admite ter mudado o comportamento após ver uma reportagem. Estas são conclusões de um estudo feito nos Estados Unidos e apresentado ontem por Margarida Filipe, da Ordem dos Enfermeiros, durante o II Congresso Luso-Brasileiro, em simultâneo com o IV Congresso Luso-Galego de Estudos Jornalísticos promovidos pela Universidade Fernando Pessoa (UFP). O evento dois em um decorre até hoje e tem como tema central a triologia Jornalismo, Ciências e Saúde e procura debater o papel mediador do jornalismo nestas áreas. Para isso, os vários painéis reúnem jornalistas, profissionais de saúde, cientistas e pesquisadores em jornalismo. Nelson Traquina, da Universidade Nova de Lisboa, traçou o panorama da cobertura jornalística da sida alicerçado num estudo feito em cinco jornais - dois deles portugueses, um de referência (Diário de Notícias) e outro popular (Correio da Manhã - entre 1981 e 2000. A análise do conteúdo permitiu concluir um paradoxo compreensível. à medida que a sida se torna uma problemática universal, torna-se mais nacional a fidelização das fontes oficiais. O estudo constata que as notícias são determinadas pelas fontes oficiais e entidades médicas em vez dos afectados pela sida, afirmou Traquina. Por Pedro Alcântara Silva, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, foi feita uma reflexão sobre o sistema de saúde na Comunicação Social, considerando que grande visibilidade das notícias dão um teor ou imagem negativa do sector. O responsável sublinhou o papel crucial dos media na opinião pública: A cobertura noticiosa constrói opiniões transmitindo maior ou menor confiança ao utente no sistema de saúde. Uma maior especialização do jornalista na área da saúde foi defendida pelas Ordens dos Médicos e Enfermeiros. Para Miguel Leão, ex-presidente da OM, há uma ausência clara de especialização, lamentando ainda a perda de continuidade noticiosa. Por seu turno, Alfredo Maia, dirigente do Sindicato dos Jornalistas, anunciou o arranque em Maio do primeiro curso de pós-graduação de jornalismo em Medicina e Saúde na Universidade de Coimbra. Fonte:O Primeiro de Janeiro [Fim de Notícia]

EM DESTAQUE

PRÓXIMOS EVENTOS

Mais Eventos

INQUÉRITO

Março é o mês da Saúde dos Pés. Já consultou um Podologista?

  • Sim
  • Não