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A relação entre o tabaco e o stress

no dia 14 de Abril de 2005
A Sociedade Portuguesa de Pneumologia e o Projecto GOLD Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica promoveram a realização de um grande estudo a nível nacional sobre Hábitos Tabágicos em Profissões de Stress. Este estudo revelou que 78,5 por cento dos profissionais inquiridos desconhece a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). Esta doença que é agravada pelo consumo de tabaco assume-se actualmente como a sexta causa de morte em Portugal. Tendo em conta os resultados do estudo podemos concluir que a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), patologia associada a hábitos tabágicos, tem fortes probabilidades de vir a atingir, em maior número, alguns sectores profissionais. Esta situação deve-se ao facto de se ter verificado que mais de metade dos entrevistados (56,0%) fuma habitualmente no local de trabalho, em particular os jornalistas, os correctores de bolsa e os taxistas. Tal comportamento é justificado pela maioria como forma de gerir o stress (52,0%) ou estratégia de relaxamento (36,3%) estes valores tornam-se ainda mais expressivos quando estão em causa os profissionais de saúde, os gestores e, novamente, os jornalistas. é de destacar neste estudo o número de entrevistados que afirma que diminuiria o número de cigarros por dia caso deixasse a actual profissão: 25,2%. Curioso é o facto de quase metade dos entrevistados (49,4%) já ter tentado deixar de fumar; no entanto mais de metade desistiu antes de ter decorrido um mês. Para a concretização do intuito de deixar de fumar concorreu fundamentalmente a expectativa quanto à melhoria da saúde e qualidade de vida. Embora o estudo demonstre que a maioria dos entrevistados (78,5%) desconhece a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, sem dúvida que estamos perante uma necessidade de sensibilização da população para esta patologia pois, em Portugal, esta doença afecta entre 5 a 10 por cento da população e é considerada pelos especialistas como uma das doenças com maior impacto na mortalidade e na morbilidade. Agravada pelo consumo de tabaco e pela poluição, a DPOC é a décima segunda causa de incapacidade em todo o mundo. Prevê-se, inclusivamente, que a DPOC venha a constituir, em 2020, a terceira causa de morte nos países desenvolvidos. Neste sentido está em campo uma campanha de consciencialização da doença, que passará já no dia 4 de Maio por uma mega campanha de rastreios nas 18 capitais de distrito de Portugal Continental. Entre as 8h00 e as 19h00, Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu terão tendas equipadas para divulgação de informação sobre a DPOC e a realização de rastreios à população em risco: mais de 40 anos, fumadores ou ex-fumadores. A DPOC é caracterizada por limitações do débito aéreo, acompanhada por dificuldade respiratória, tosse e aumento da produção de expectoração. Os doentes são incapazes de desenvolver as suas actividades diárias normais, como passear o cão, brincar com crianças, cozinhar ou pentear-se. De acordo com o relatório mundial anual da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 600 milhões de pessoas sofrem de DPOC, e destes, cerca de 3 milhões morrem em consequência desta doença todos os anos. Estudos recentes demonstraram também que 1 em cada 10 pessoas com mais de quarenta anos poderão efectivamente sofrer de DPOC. A realização do estudo sobre Hábitos tabágicos em profissões com elevados níveis de stress e a implementação de acções de rastreio contam com o apoio científico da SPP e do GOLD e são apoiadas pela Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral, pelas empresas farmacêuticas Boehringer Ingelheim e Laboratórios Pfizer. Estas acções são também apoiadas pela Escola Superior de Tecnologias de Saúde Pública de Lisboa, Coimbra e Porto. Fonte:Sapo [Fim de Notícia]

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