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Hidrocefalia:

no dia 30 de Maio de 2005
A Associação Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal (ASBIHP) pretende disponibilizar até final deste ano um "cartão de alerta" a todos os doentes com hidrocefalia, disse hoje o presidente da organização. "O objectivo é incluir no cartão informação sobre a doença e o que fazer em caso de algo correr mal", explicou Luís Quaresma à agência Lusa, referindo-se, nomeadamente, aos casos de "acidente ou de entupimento da válvula". Estima-se que em Portugal existam cerca de 1.500 casos de hidrocefalia, uma doença provocada pelo excesso de líquido cefalorraquidiano (LCR) na cabeça. "A hidrocefalia é causada pela impossibilidade do LCR ser drenado para o sistema sanguíneo", explicou Luís Quaresma, realçando que, se for convenientemente assistido, o doente com hidrocefalia "pode ter uma vida normal, apesar de alguns danos a nível cognitivo que possam subsistir". A doença obriga a uma intervenção cirúrgica, que consiste na colocação de uma válvula que faz a drenagem do líquido em excesso para o abdómen para ser absorvido ou eliminado pelo organismo. A doença aparece em 80 por cento dos casos de spina bífida (malformação da coluna vertebral), mas pode também ser causada por um agente infeccioso, designadamente por uma meningite ou encefalite. No plano educacional, o dirigente da ASBIHP defende um maior apoio na escola para as crianças com hidrocefalia, no sentido de identificar e ajudar a ultrapassar as suas dificuldades. Os alunos com hidrocefalia podem apresentar dificuldades de aprendizagem, nomeadamente problemas de concentração, raciocínio e de memória de curto prazo. A doença pode ainda originar problemas de coordenação e na capacidade de motivação e organização, dificuldades que podem ser compensadas através de estratégias de ensino adequadas. "A tendência é para ignorar ou facilitar em vez de encontrar estratégias que lhe permitam chegar o mais acima possível", disse Luís Quaresma, defendendo, por isso, um maior diálogo com as associações que conhecem as deficiências. "O equilíbrio entre desistir delas (crianças) e a superproteção é difícil, mas não impossível", acrescentou, frisando que as associações estão no terreno para ajudar a pessoa com deficiência, mas também os que trabalham com ela. A Associação Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal, Instituição particular de Solidariedade Social, com cerca de dois mil associados, desenvolve actividades que visam o desenvolvimento da auto-estima das pessoas afectadas pelas doenças, a sua integração social e consequente combate ao isolamento. é formada por familiares, técnicos, amigos e pelas próprias pessoas afectadas por spina bífida e hidrocefalia. Fonte:Lusa [Fim de Notícia]

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