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Medicinas orientais:

no dia 30 de Maio de 2005
Técnicas alternativas ou complementares da acupunctura, que dispensam o recurso a agulhas, estão a registar "interesse crescente" em Portugal, segundo a Associação Toyo Igaku, que hoje promoveu na Maia o III Congresso de Medicina Oriental. Uma dessas técnicas é a shiatsu, que utiliza a mesma filosofia, princípios, métodos de diagnóstico e pontos de tratamento da acupunctura, mas que troca as agulhas pelos dedos de um fisioterapeuta como instrumento de tratamento. Outra técnica é a seitai, descrita como "uma massagem relaxante à base de torções na coluna", que implica a realização de pelo menos 30 movimentos específicos. "Há pessoas que têm aversão às agulhas e, nestes casos, o estímulo é feito com os dedos", disse Manuel Fernando, dirigente para a Região Norte da Associação Toyo Igaku, referindo-se a esta duas técnicas. A fonte realçou, contudo, que seitai e shiatsu só funcionam como alternativa à acupunctura na medicina preventiva, devendo ser encarados como tratamentos complementares nos campos curativo e de reabilitação. "Obviamente que o estimulo feito com os dedos obviamente não é igual ao de agulha", justificou. Este conjunto de terapias orientais baseia-se na estimulação de pontos e linhas (meridianos) ao longo do corpo, através de agulhas (no caso da acupunctura) ou de massagens (seitai e shiatsu). São indicadas para perturbações músculo-esqueléticas (paralisia, hérnia discal ou dores lombares), sistema respiratório (asma, sinusite), obstipação, insónias, ansiedade ou mesmo para combater o tabagismo. Segundo Manuel Fernando, estas técnicas revelam-se "mais eficazes" do que a medicina convencional no tratamento de problemas crónicos. "Nesses casos, a medicinal convencional é muito limitada e frequentemente e somos chamados a resolver problemas a que eles não deram solução", disse o dirigente para a região Norte da Associação Toyo Igaku. "Já no campo cirúrgico e no combate às epidemias, a medicina convencional está um passo de gigante à nossa frente", admitiu. Num parecer sobre um projecto de lei de medicinas não convencionais, a Ordem dos Médicos, aceitou "como boas" algumas terapêuticas como a acupunctura. "Foram, por métodos científicos, comprovadas como eficazes no tratamento da dor ou de doenças ou sintomas específicos músculo- esqueléticos", argumentou a Ordem dos Médicos. A Associação Toyo Igaku (expressão japonesa que significa precisamente "Medicina Oriental"), tem sede em Lisboa e é dirigida pelo nipónico Toshio Funada, formado em acupunctura pela Universidade de Tóquio e que reclama ter introduzido estas técnicas terapêuticas em Portugal. Fonte:Lusa [Fim de Notícia]

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