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Decréscimo insuficiente

no dia 07 de Junho de 2005
Um relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias apurou que esta patologia está na base de cerca de 15 milhões de dias de baixa usufruídos por ano pelos trabalhadores portugueses, com um custo de 1.800 milhões de euros e 1,8 milhões de idas às urgências. Os portugueses passam anualmente 15 milhões de dias de baixa por doenças respiratórias, que custam ao Estado 1.800 milhões de euros por ano, segundo o relatório preliminar do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR). O documento, apresentado ontem na Ordem dos Médicos em Lisboa, revela que as doenças respiratórias são responsáveis por cinco milhões de consultas e 1,8 milhões de idas às urgências do Serviço Nacional de Saúde. Os autores do estudo, coordenado pelo pneumologista Artur Teles de Araújo, presidente do ONDR e da Associação Nacional de Tuberculose e Doenças Respiratórias, atestam que as doenças respiratórias constituem um problema que urge encarar de frente, e estimam que 100.605 pessoas sofram de incapacidade de longa duração por doença respiratória, terceira causa de incapacidade e morte no nosso País, embora com tendência decrescente nos últimos anos. O relatório aponta a tuberculose como um importante problema de saúde pública, com uma incidência que coloca Portugal na cauda da Europa Ocidental. Só em 2004 foram notificados 3.805 casos em território nacional. A doença caracteriza-se por uma marcada assimetria distrital, com três distritos (Porto, Lisboa e Setúbal) a notificarem 64,4 por cento (2.262) do número total de casos novos. Valores que sugerem que, naqueles distritos, há não só graves problemas sócio-sanitários ligados aos principais grupos epidemiológicos, como também insuficiências na estrutura organizativa de combate à doença. O documento refere que Portugal é o país da Europa Ocidental com mais elevada taxa de incidência de tuberculose, tendo um ritmo de decréscimo insuficiente. Sobre o cancro do pulmão, primeira causa de morte oncológica em Portugal, o relatório frisa que a incidência do carcinoma aumenta 0,5 por cento ao ano, em paralelo com o aumento do consumo de tabaco. Aproximadamente 85 a 90 por cento dos indivíduos com cancro do pulmão tem uma história de exposição directa ao tabaco. A asma brnquica, uma das principais doenças respiratórias em Portugal, afecta 4,48 por cento da população, e a doença pulmonar obstrutiva crónica é apontada como a doença do tabaco, já que afecta um quinto dos fumadores, sendo a sexta causa de morte em Portugal. Como o tabagismo é responsável por mais de 90 por cento dos casos e está em crescimento rápido na população com menos de 50 anos, depreende-se que, nas próximas décadas, a chegada à idade alvo de grandes camadas populacionais fará crescer a DPOC, o cancro do pulmão e outras doenças relacionadas com o tabaco, prevê o relatório. Fonte:O Primeiro de Janeiro [Fim de Notícia]

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