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Hipertensão provoca danos nos órgãos

no dia 13 de Junho de 2005
A hipertensão é o principal factor de risco de todas as doenças cardiovasculares. Por isso "controlar a hipertensão é, talvez, o mais importante mecanismo de prevenção destas doenças", disse Alberto Zanchetti, especialista italiano presente no simpósio "a disfunção endotelial como marcador no dano vascular na hipertensão", durante o Congresso Nacional de Medicina Interna, que decorreu em Braga. Segundo o especialista, "a hipertensão provoca danos no endotélio (tecido fino que reveste o interior do coração e dos vasos sanguíneos linfáticos) desde muito cedo, induzindo um aumento progressivo do risco de desenvolver doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, hipertrofia, problenas na função renal, entre muitos outros", sublinhando que, embora os danos ocorram cedo, o panorama demora vários anos a manifestar-se. Por isso, os médicos devem chamar a atenção dos seus doentes para a importância de manter a tensão controlada, pois "só assim é possível evitar as complicações dessas doenças", diz Alberto Zanchetti. Na opinião do especialista, "é importante e mais fácil tomar qualquer atitude antes de o endotélio e outros órgãos estarem lesados, do que depois dos problemas estarem instalados". A lercanidipina, um antagonista do cálcio de terceira geração, consegue restaurar e atrasar os danos da hipertensão, baixando os níveis da tensão arterial para prevenir estas consequências. Estas evidências ficaram comprovadas através dos resultados de diversos estudos já publicados. "A lercanidipina tem um efeito protector no endotélio, consegue numa dose diária baixar a tensão arterial e devido ao seu mecanismo de acção permite que o doente não tenha picos tensionais. Para além disso, com este fármaco podemos atrasar a progressão das doenças cardiovasculares", disse Alberto Zanchetti. Para além do controlo da hipertensão, é importante ter em conta outros factores de risco que também influenciam o aparecimento das doenças cadiovasculares. "O tabagismo, a obesidade, o sedentarismo, têm que ser evitados, pois só assim se previnem os acidentes vasculares cerebrais, a primeira causa de morte em Portugal", explica. Os antagonistas do cálcio de terceira geração apresentam a vantagem de não referir efeitos secundários frequentes, como o edema, cefaleias e afrontamentos, permitindo maior adesão à terapêutica. Fonte:Corredio dos Açores [Fim de Notícia]

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