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Caso de menina com tumor cervical salva em França

no dia 07 de Dezembro de 2005
A Ordem dos Médicos (OM) está a investigar a actuação da equipa de neurocirurgiões do Hospital Pedro Hispano, no Porto, que assistiu Salomé Estrelinha, uma menina de nove anos, operada em 2004 a um tumor no pescoço e enviada para casa em estado muito grave. Depois do inquérito aberto pela Inspecção-Geral da Saúde (IGS), a Ordem decide também averiguar se houve ou não negligência médica. A situação remonta a 2003. A menina, residente na Nazaré, foi operada duas vezes. Para os médicos portugueses, nada mais havia a fazer. "Não há tratamentos para a curar, irá morrer por asfixia, a dormir", foi dito aos pais. A família não baixou os braços e levou Salomé para França. A menina salvou-se e os especialistas que a assistiram apontaram vários erros aos colegas portugueses. Fonte do Conselho de Disciplina da OM do Norte confirmou ao CM que as investigações estão a decorrer. A possibilidade de os médicos envolvidos virem a ser alvo de um processo disciplinar é real e está agora dependente da avaliação do Conselho. Da parte da IGS, e de acordo com o que CM conseguiu apurar, prosseguem, de "forma intensa", as perícias e a recolha dos dados necessários para a conclusão do relatório. BASTIONáRIO MUDA DE OPINIãO Há uns meses, quando a situação foi notificada pelo CM, o bastonário da Ordem dos Médicos referia que apesar de não conhecer o caso em concreto, este tinha "todos os contornos para ser um total disparate". No entanto, depois de ter recebido uma queixa do pais da criança e "perante os elementos de que este dispunha", decidiu que a situação merecia a atenção da Ordem, o que deu origem a uma investigação. EM PORTUGAL, NADA HAVIA A FAZER PELA SALOMé A história de Salomé Estrelinha começa em Março de 2003. O que parecia ser um torcicolo acabou por, depois de realizados vários exames, revelar-se um osteoblastoma -tumor benigno - na vértebra C2. A primeira intervenção cirúrgica para remoção do tumor e colocação de uma prótese foi feita em Julho do mesmo ano, mas em Dezembro o estado de saúde da menina agravava-se. De volta ao hospital, os pais foram informados de que o tumor tinha "voltado". Em Janeiro, nova operação e a notícia devastadora: não havia mais nada a fazer. Salomé ia acabar por morrer. Inconformados, os pais rumaram a França. A menina voltou a ser operada e os médicos franceses detectaram que, afinal, o tumor nunca tinha sido retirado na totalidade e que a prótese colocada em Portugal estava aparafusada ao próprio tumor. Hoje, Salomé é uma menina igual às outras. "Está impesável", conta o pai, Luis Estrelinha. Em Junho próximo a família vai voltar a França, desta vez para retirar a prótese que foi colocada na coluna cervical. Apesar de estar tudo bem, aguardam com ansiedade o desenrolar das investigações. Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

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