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Hipertensão pulmonar:

no dia 04 de Janeiro de 2006
Se o sangue encontra obstáculos para seguir o seu percurso normal, facilmente se percebe porque motivo as manifestações mais comuns incluem as dores no tórax, o edema (inchaço) nos membros inferiores, os desmaios, a cianose labial (lábios de cor azulada) e a fadiga persistente, muitas vezes, mesmo em situações de repouso. Em termos estatísticos, apesar da inexistência de valores exactos, dados não oficiais referem que existem 70 a 100 casos por milhão de habitantes. Mais comum nos jovens adultos e, sobretudo, nas mulheres, os doentes acabam por viver angustiados, uma vez que são confrontados com uma doença crónica que, se não for travada atempadamente, pode conduzir a uma morte prematura. Mas, afinal, quais os factores de risco que podem conduzir à hipertensão pulmonar? No meu caso, os médicos não foram capazes de identificar as razões. Por isso, e apesar de ser bastante rara, foi-me diagnosticada uma hipertensão pulmonar primária, comenta Maria João Saraiva, também presidente da recém-criada Associação Portuguesa de Hipertensão Pulmonar (APHP). Segundo Carvalheira Santos, existem dois tipos de diagnóstico. Originando as mesmas complicações de saúde, no caso da hipertensão primária não é possível identificar as causas. No que concerne a hipertensão pulmonar secundária, os factores de risco estão bem descritos. Como fundamenta o especialista, antigamente esta incapacidade estava associada ao consumo de anorexizantes fármacos para emagrecer. Retirados do mercado, hoje as causas estão associadas a uma doença cardíaca congénita ou adquirida, ou ainda a doenças crónicas de origem reumática, respiratória ou hepática. Fonte:Sapo [Fim de Notícia]

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