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Células estaminais:

no dia 22 de Março de 2006
Pode parecer ficção científica, mas as terapias com células estaminais são já uma realidade da prática clínica. A esperança terapêutica para muitas doenças crónicas até aqui incuráveis reside precisamente nestas células indiferenciadas. O tipo de célula estaminal com maior potencial de diferenciação é o ovo fertilizado que dá origem aos tecidos que constituem o embrião e aos tecidos essenciais no desenvolvimento da placenta e do cordão umbilical. Devido a esta capacidade de diferenciação designa-se esta célula por totipotente. De uma forma simples, e de acordo com a sua origem, podem dividir-se as células estaminais em dois grandes grupos: as células embrionárias e adultas, explica o Doutor Hélder Cruz, químico com doutoramento em biotecnologia, envolvido em vários projectos europeus. Como uma semente que dá origem ao caule, à folha e às pétalas de uma flor, as células estaminais têm a capacidade de se definir como células nervosas, ósseas, hepáticas, renais, gástricas e de todos os órgãos do corpo, tal como a semente original. As células estaminais embrionárias existem numa fase inicial do desenvolvimento embrionário, anterior à sua implantação no útero. São pluripotentes, ou seja, podem diferenciar-se em vários tipos. Já as células adultas são também indiferenciadas; porém, encontram-se em tecidos diferenciados, já especializados. Têm a capacidade de se auto-regenerar durante toda a vida do organismo. São designadas de multipotentes dado que podem diferenciar-se apenas dentro da sua linhagem celular. No sangue do cordão umbilical e da placenta encontram-se células estaminais capazes de se transformarem em células de linhagem hematopoiética e mesenquimal, esclarece o Doutor Pedro Cruz, engenheiro químico, também com doutoramento na área da biotecnologia e igualmente envolvido em projectos europeus na área da investigação com células terapêuticas. As células hematopoiéticas podem transformar-se em qualquer célula do sangue, as mesenquimais têm potencial para se diferenciarem em outros tipos de células e, como tal, podem ter várias utilidades terapêuticas, continua o investigador adiantando que tanto no sangue do cordão umbilical, como na medula óssea há mais células hematopoiéticas do que mesenquimais. Fonte:Sapo [Fim de Notícia]

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