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Cada unidade de sangue pode salvar três vidas

no dia 30 de Março de 2006
Dar sangue é uma proposta contínua que é feita pelo Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo e pela Associação de Dadores de Sangue da Ilha Terceira, que organizaram uma sessão para receber voluntários, nos Paços do Conselho da Praia da Vitória. Todas as entidades intervenientes neste processo afirmam a sua consciência da necessidade de dar sangue de forma periódica, "nunca menos do que de quatro em quatro meses", na perspectiva de que por cada dádiva podem ser salvas três vidas. Na sessão que decorreu na Praia da Vitória, o presidente da edilidade praiense, Roberto Monteiro foi um dos cerca de dezena e meia de candidatos que ofereceram os 450 cm3 da praxe. Todas as pessoas que vão dar sangue e para segurança própria vêem em primeiro lugar a tensão a ser-lhes medida, para além de ser recolhida uma gota de sangue com a finalidade de testar se os glóbulos vermelhos são suficientes para que a pessoa possa dar sangue sem que com isso tenha qualquer prejuízo. Segue-se um teste em que são colocadas alhumas questões sobre o estado de saúde no passado, bem como na actualidade e ainda questões relacionadas com os hábitos de vida. O Hospital acentua que "é muito importante que as pessoas sejam sinceras nas suas informações pois com isso irão proteger a sua saúde e a saúde do doente que irá receber o seu sangue". Desde logo, os interessados em ser dadores de sangue ficam a saber que todos os dados que fornecerem aos enfermeiros, ao longo deste processo, são todos totalmente confidenciais, no entanto, emc aso de qualquer dúvida, os candidatos a dadores deverão colocar as suas questões aos profissionais de saúde. Passada pela primeira triagem e caso a pessoa seja considerada como estando em boas condições para dar sangue, ser-lhe-ão colhidos cerca de 450 cm3 de sangue, o que correponde a uma Unidade de Sangue. Algumas pessoas não deverão dar sangue porque podem transmitir doenças aos que vierem a receber esse sangue. Assim, e no caso de pessoas que estiveram em áfrica e tiveram Malária (paludismo), há menos de três anos, devem informar desse facto que é impeditivo de doar sangue. Também não podem dar sangue as pessoas que alguma vez utilizaram drogas por via endovenosa; se teve contactos sexuais a troco de dinheiro ou equivalente nos últimos 12 meses; se teve contactos sexuais com múltiplos parceiros (as), nos últimos 12 meses; sendo homem, se teve contactos sexuais com homens; ou se teve contactos sexuais com um (a) novo (a) parceiro (a) nos últimos seis meses. No caso de existirem dúvidas, os candidatos a dar sangue deverão esclarecer-se junto do médico presente no acto. O sangue doado,antes de ser utilizado, irá ser estudado para Hepatites B e C, Enzima hepático; Sífilis (ALT); Vírus da SIDA - Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; Virus da Leucemia de Células T, e ainda o Grupo de Sangue nos Sistemas ABO e RH. Finalmente serão efectuadas pesquisas de anticorpos anti-eritrocitários irregulares. O que isto significa, em termos práticos, é que os dadores de sangue, na primeira doação ficam de certa forma com um "excelente relatório médico", feito por "conta". No entanto, isso não impede em nada a sua importante acção a salvar vidas. O sangue só será utilizado para transfusão e os resultados forem considerados como normais. Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

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