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Pneumococo:

no dia 02 de Agosto de 2006
Esta bactéria, sublinha Maria João Brito, é causa de doença muito grave, nomeadamente, meningites, septicemias ou pneumonias graves, entre outros problemas de saúde. O pneumococo pode não só originar doença e morte como ser ainda responsável por sequelas a longo prazo. Surdez profunda, atraso no desenvolvimento, epilepsia, dificuldades de aprendizagem, alterações do comportamento e outros tipos de sequelas graves, explica a médica. O estudo em apreço foi realizado no período que antecedeu a introdução de uma vacina contra o pneumococo, indicada em crianças com menos de 2 anos e licenciada em 2001. A breve prazo, e numa segunda fase do estudo, será avaliado o impacto da vacina, a partir da altura que foi comercializada, no combate à doença, revela a médica. No estudo realizado, a incidência da meningite pneumocócica foi maior em crianças com menos de 1 ano de idade e ocorreu mais frequentemente entre os meses de Outubro e Março. Do mesmo modo pde ser retirada a conclusão de que a meningite por pneumococo foi responsável por uma taxa de mortalidade de 3%. Mas as preocupações dos especialistas não se ficam por aqui. Dirigem-se também para as consequências nas crianças que sobrevivem à infecção. Diz a especialista que de todas as crianças que não morreram, constatou-se que 39,7% tiveram complicações graves. A saber: problemas neurológicos, como epilepsia, paralisias, alterações na linguagem e outros com compromisso neurológico sério, alguns dos quais que vieram a necessitar de neurocirurgia. Em relação às crianças que sobreviveram, Maria João Brito explica que nos dados recolhidos verificou-se que 12% ficaram com surdez grave e 10% com atraso no desenvolvimento e epilepsia. Fonte:Sapo [Fim de Notícia]

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