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Neurologia:

no dia 24 de Outubro de 2006
O consumo de legumes, e não de fruta, contribui para diminuir a neuro-degenerescência cerebral nas pessoas idosas, indica um estudo hoje publicado nos Estados Unidos. Segundo a investigação, "as pessoas que consomem pelo menos 2,8 porções de legumes por dia retardam em cerca de 40 por cento o ritmo de diminuição das suas capacidades de memorizar, em comparação com as que consomem menos de um porção por dia". "Esta travagem da neuro-degenerescência é equivalente a um prolongamento por cinco anos das capacidades mentais plenas", escreve a principal autora do estudo, Martha Clare Morris, na edição de hoje da revista Neurology. O trabalho foi realizado por uma equipa de investigadores da Escola de Medicina Rush, de Chicago, com 3.718 pessoas, com o objectivo de determinar os efeitos potenciais respectivos de dietas ricas em legumes e em fruta para travar o declínio da memória depois dos 65 anos. Entre os legumes consumidos, os espinafres, a rúcula ou outros legumes de folhas do mesmo tipo parecem ter efeitos mais pronunciados na diminuição do declínio da memória, sublinham os investigadores. E quanto mais idosa for a pessoa, maior é a diminuição da neuro-degenerescência cerebral se ela consumir diariamente mais de duas porções de legumes, refere o estudo. O pouco efeito do consumo de fruta foi "uma surpresa total e levanta várias questões", destacam os investigadores. "O efeito dos legumes na travagem da neuro-degenerescência cerebral poderá dever-se ao facto de serem ricos em vitamina E", afirmam. Por outro lado, ao contrário da fruta, os legumes são muitas vezes consumidos com matérias gordas, como os molhos das saladas, que aumentam a absorção da vitamina E pelo organismo. São no entanto necessárias mais investigações para explicar por que razão a fruta não parece ter efeitos na travagem da neuro- degenerescência cerebral, sublinha Martha Clare Morris. Fonte:Lusa [Fim de Notícia]

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