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Invisual presta testemunho como um péssimo diabético

no dia 15 de Novembro de 2006
Perdeu a visão há pouco mais de um ano por ter sido um péssimo diabético e atendendo a esse facto, não quer que outros episódios idênticos ao seu se repitam. Motivação que fez com que João Machado comparecesse, ontem, nas Portas da Cidade, em Ponta Delgada, para prestar testemunho da sua experiência a todos quantos aderiram às acções de prevenção e controlo da diabetes. No dia em que, a nível mundial, se assinalou e se debateu a doença como um dos maiores problemas de saúde pública, o micaelense de 51 anos fez questão de deixar um alerta a todos os que padecem de diabetes no sentido dos mesmos actuarem como vigilantes, a fim de evitar os danos que estão inerentes à falta de uma alimentação responsável e acompanhamento médico regular. Indicação que João Machado não seguiu uma vez que, durante cerca de 10 anos, deixou de procurar o médico, actuando como juiz em causa própria. Hoje, carregando o peso dos seus actos reconhece que não estaria às escuras em pleno dia, se tivesse agido como um diabético consciente e responsável, face às exigências da diabetes. Saber lidar com a diferença Não é fácil ter de lidar com uma série de alterações quando se tem conhecimento da doença. No começo, em muitos casos, chega a criar-se uma situação de revolta, sustenta Rui Cordeiro, presidente da Associação de Diabéticos de São Miguel e Santa Maria (ADSMSM). A lidar com a diabetes há mais de 20 anos, Rui Cordeiro admite que, de facto, aprender a lidar com a doença de uma forma responsável pode não ser uma tarefa acessível a todos, embora seja o melhor caminho a seguir. Fui obrigado a criar uma maior disciplina alimentar no meu quotidiano mas, com o tempo, isso deixou de reflectir um peso, argumenta. Não fossem algumas precauções, sobretudo com o horário das refeições e com a terapêutica, diz o presidente da ADSMSM que teria um dia-a-dia perfeitamente normal. Na diabetes, temos que jogar sempre com os dois pratos da balança: se por acaso sei que vou ter uma actividade mais exigente a nível de gastos de calorias, tenho que fazer menos insulina ou então comer mais. Interiorizar as referidas exigências orgânicas é uma batalha que Rui Cordeiro já considera ganha e de onde, actualmente, retira ensinamentos para transmitir aos que têm de começar a lidar com a diabetes. Hoje em dia tenho orgulho em testemunhar que o diabético é uma pessoa que pode fazer uma vida igual à das outras pessoas não portadoras da doença. Deverá ser, por isso, um exemplo a seguir na medida que todos nós devemos ter bons hábitos alimentares e uma boa dedicação à prática do exercício físico. Com intuito de despertar uma maior consciencialização para a prevenção e controlo da doença, o responsável pela ADSMSM está apostado em insistir na divulgação de experiências de modo a que a mensagem seja interiorizada pela população açoriana, onde já se contabilizam mais de 13 mil diabéticos inscritos. Esforços que visam afastar as previsões da International Diabetes Federation de que a doença poderá vir a ganhar contornos de uma verdadeira epidemia.|| Mais 15 casos de diabetes diagnosticados As pessoas que passaram, ontem, pelas Portas da Cidade, em Ponta Delgada, para fazerem o rastreio da diabetes ultrapassaram largamente as duas centenas, adesão que poderia ter sido superior, não fossem as condições climatéricas adversas. Ainda assim, da actividade desenvolvida resultou o diagnóstico de 15 novos casos de diabetes. Facto que, na óptica de Rui César, coordenador regional do Programa de Prevenção e Controlo da Diabetes, evidencia a importância da sensibilização das populações para uma vigilância regular da sua saúde. Apareceram alguns diabéticos que não estavam muito controlados, revelando valores muito elevados de açúcar no sangue. Isso demonstra bem a necessidade de uma maior consciencialização para o facto de terem de executar frequentemente o seu controlo e a sua vigilância, ajustando a terapêutica conforme os valores que têm, sustentou o director do Serviço de Endocrinologia do HDES, de Ponta Delgada. Fonte:Açoriano Oriental [Fim de Notícia]

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