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Cancro da mama

no dia 14 de Janeiro de 2008
Estima-se que 30% de mulheres em todo o mundo são afectadas pelo linfederma pós mastectomia, ou seja, o inchaço gradual dos membros superiores, resultante do tratamento ao cancro da mama. Por ser crónica e evolutiva, esta complicação condiciona a qualidade de vida e a recuperação de um grande número de mulheres. Esta patologia provoca a perda de mobilidade e a deformação dos membros superiores, no lado da mama afectada, devido ao esvaziamento dos gânglios linfáticos axilares efectuado após a cirurgia. Pode ocorrer logo depois da intervenção ou anos mais tarde, quando não prevenida ou devidamente tratada. De acordo com Verónica Albuquerque Rufino, Presidente da Direcção da APAMCancroMama "de todas as complicações que ocorrem após a cirurgia ao cancro da mama, o Linfedema, pela incidência e incapacidade que provoca, merece uma referência especial. O objectivo primordial deste Simpósio é divulgar a adequada actuação dos profissionais de saúde nessa área e a necessidade de um programa de reabilitação, resultante do elevado número de doentes afectadas por esta complicação pós-mastectomia". Além da perda gradual da capacidade funcional do braço afectado, já que este tende a piorar e aumentar de volume com o passar do tempo, o linfedema deixa sequelas psicológicas graves na mulher que vê a sua imagem corporal deformada e um atraso evidente na sua reabilitação. Uma atitude vigilante e preventiva, tanto por parte da doente como do médico que a acompanha, a par da fisioterapia, tornam-se armas principais para proporcionar à mulher uma melhor qualidade de vida, mostrando-lhe a necessidade de retomar as suas actividades diárias. Fonte:Atlântico Expresso [Fim de Notícia]

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