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Olhos biónicos tentam devolver visão perdida

no dia 24 de Abril de 2008
Dois pacientes britânicos estão a evoluir favoravelmente ao implante de um olho biónico que lhes permitirá recuperar parte da visão perdida. A nova técnica é aplicada a pacientes que sofrem de cegueira provocada por retinite pigmentosa. A retinite pigmentosa é uma doença genética que ataca a retina causando a destruição das suas células. O paciente que tem a doença perde pouco a pouco a visão, primeiro a nocturna e depois a visão durante o dia. A perda de percepção das cores e tonalidades em contrastes também acomete de forma gradual o paciente. A tecnologia ainda está em fase preliminar e permite a recuperação da percepção das luzes e das sombras, bem como a diferenciação de algumas cores. No futuro, a Second Sight, empresa responsável pela evolução da tecnologia, espera poder aumentar os eléctrodos que fazem parte do implante, dos actuais 60 para 1100. As intervenções foram realizadas, na semana passada, no Hospital Moorfields, de Londres, sendo as primeiras que se realizam no âmbito de um ensaio clínico que abarcará ainda os EUA e outros países europeus. A tecnologia tem o nome de Argus II e foi patenteada no passado mês de Fevereiro nos Estados Unidos. Trata-se de uma pequena câmara de vídeo incorporada nuns óculos, que recolhe informação exterior e a envia para uma unidade de processamento, transformando-a em sinal eléctrico. Posteriormente, essa unidade retransmite a informação para os óculos, que a envia a um implante de eléctrodos que se coloca na retina. Os eléctrodos estimulam a retina enviando impulsos para o cérebro através do nervo óptico. A partir daí, o paciente começa a ver pontos de luz e sombras, atravessando uma fase de reaprendizagem de interpretação do que eles querem dizer. Os cientistas da Second Sight estão já a trabalhar no aperfeiçoamento da tecnologia, nomeadamente em melhoramentos na câmara de vídeo, tendo como objectivo conseguir no futuro implantá-la no próprio olho. é nessa altura que se prevê atingir os tais 1100 eléctrodos. Só no Reino Unido existem cerca de 25 mil pessoas afectadas pela doença que agora se tenta enfrentar. "Dentro de quatro a cinco anos espero que consigamos uma tecnologia muito mais avançada", disse Mark Humayun, engenheiro biomédico do Instituto Oftalmológico Doheny, em Los Angeles, que desenvolveu a tecnologia. A Second Sight é uma empresa privada fundada em 1998 na Califórnia, com o objectivo de criar próteses retinais aplicáveis a cegos que contraíram a inabilitação por causa de retinite. é apoiada por fundos públicos dos Estados Unidos e tem parcerias com vários institutos e empresas. Fonte:Açoriano Oriental [Fim de Notícia]

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