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CancroO número de diagnósticos e mortes por cancro tem diminuído na Europa desde 1990, com excepção dos que são provocados pelo tabagismo e pela obesidade, segundo uma análise ontem publicada pela revista E

no dia 03 de Julho de 2008
O número de diagnósticos e mortes por cancro tem diminuído na Europa desde 1990, com excepção dos que são provocados pelo tabagismo e pela obesidade, segundo uma análise ontem publicada pela revista European Journal of Cancer. O estudo, que analisou 17 tumores diferentes em 21 países da União Europeia desde 1990, indica uma tendência de descida de novos diagnósticos e mortes por cancro, mas mostra também uma queda na sobrevivência dos doentes além dos cinco anos após o diagnóstico. O documento aponta, no entanto, para duas excepções a esta tendência de descida de diagnósticos: os tumores provocados pelo tabagismo e os causados por obesidade. Em relação aos tumores causados por obesidade, o estudo adianta que o seu surgimento pode estar ligado à má alimentação e pouca actividade física. No caso do cancro do pulmão, a tendência é de diminuição da mortalidade na maioria da Europa, embora se verifique um crescimento preocupante deste tipo de tumor nas mulheres em quase todos os países europeus, exceptuando-se a Espanha, a Dinamarca e o Reino Unido. A análise, realizada pelo cientista Jan Willem Coebergh e sua equipa, do Hospital de Roterdão, na Holanda, indica que a sobrevivência à maioria dos tumores - mas sobretudo aos da mama, próstata e pele - melhorou no continente graças a diagnósticos cada vez mais precoces, a equipas médicas melhor preparadas, a tratamentos mais modernos e a programas organizados de screening. Segundo o documento, foram diagnosticados em 2006 3,2 milhões de casos em todo o continente, tendo morrido 1,7 milhões de europeus devido a cancro. Segundo um relatório publicado no British Journal of Cancer, a dieta mediterrânica pode reduzir entre 12 e 24 por cento o risco de desenvolver cancro. Utilizar só dois elementos dessa dieta pode reduzir em 12 por cento o risco de desenvolver o cancro, assinala o estudo.~ Isso poderá conseguir-se reduzindo, por exemplo, a ingestão de carne e aumentando a de legumes ou aumentando o consumo de hortaliças e utilizando azeite em lugar de manteiga. O maior impacto, já que parece contribuir para uma redução de 9 por cento do risco, obtém-se consumindo gorduras boas, como as do azeite, em vez das más, utilizadas nas batatas fritas, bolachas ou nos bolos. O principal autor do estudo, Dimitrios Trichopoulos, professor da Universidade de Harvard, assinalou que os resultados demonstram a importância da dieta na prevenção. Das 26 mil pessoas estudadas, as que seguiram a dieta mediterrânica tradicional tinham em geral muito menos hipóteses de desenvolver cancro. Fonte:Açoriano Oriental [Fim de Notícia]

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