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Presidente da Liga Nacional vem aos Açores

no dia 17 de Setembro de 2008
Na sexta-feira, o presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Vítor Veloso vai ser recebido em audiência pelo secretário de Estado dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha. Na base do encontro estão alguns temas relacionados com a análise e detecção de problemas do foro oncológico a nível regional e nacional. Desta audiência poderão resultar protocolos de colaboração entre a LPCC e o Giverno dos Açores, ao nível da prevenção primária e secundária do cancro, o apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico. O rastreio e a sua importância na detecção precoce dos cancros serão outros dos temas em destaque. Ainda na sexta-feira, haverá uma visita ao Centro Oncológico dos Açores para se inteirar das suas necessidades e problemas, e no sábado terá lugar a reunião mensal da Direcção da Liga Portuguesa Contra o Cancro na sede do Núcleo Regional dos Açores. O cancro está entre as três principais causas de morte em Portugal, registando-se um aumento progressivo do seu peso proporcional. é um problema de saúde pública e um flagelo nacional. Todos os dias surgem novos casos de cancro e a tendência é no sentido de descobrir a cura através de tratamentos inovadores. No entanto, devia haver uma maior consciencialização para a prevenção porque se detectado a tempo o cancro pode ser evitado. No caso do cancro da mama, a sua frequência tem aumentado, sobretudo nos países mais industrializados. Este tipo de cancro continua, com efeito, a matar entre 4 a 5 mulheres por dia, só em Portugal. No presente, 1 em cada 13 sobre desta doença ao longo da sua vida. Todos os anos mais de 3.500 mulheres engrossam a lista de doentes que sofre este tipo de cancro no nosso país. A sua incidência é mínima antes dos 30 anos, aumentando drasticamente a partir dos 45 anos. Atinge o máximo a partir dos 60 anos. O cancro da mama é a principal causa de mort nas mulheres logo após as doenças cardiovasculares. Anualmente, em Portugal, surgem cerca de 4000 casos novos de cancro da mama. O pior é que estes números têm tendência a aumentar, resultado da mudança de estilos de vida, e os mais recentemente identificados, problemas genéticos e hereditários. Outros factores de risco igualmente considerados são a obesidade, a alimentação desregrada, o tabaco e o álcool, o trauma da mama, as injecções virais e o elevado estado sócio-económico. No entanto, 80 a 90% dessas mortes poderiam ser evitadas se aqueles cancros tivessem sido detectados e tratados precocemente, o que pode ser feito através do auto-exame, que deve ser uma prática mensal de todas as mulheres, após o período menstrual, da amografia, que deve feita de dois em dois anos e das idas ao médico para efectuar exames clínicos da mama, pelo menos uma vez por ano. Além disso, a adesão a um programa de rastreio com controlo de qualidade é também uma hipótese. Desta forma, a prevenção e a sensibilização do cancro da mama assumem importância determinante, sendo o Rastreio a forma mais eficaz de levar aquele objectivo à prática. Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

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