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Cancro da mama mata 1.800 portuguesas por ano

no dia 30 de Outubro de 2008
O cancro da mama mata por ano 1.800 mulheres portuguesas, alertou ontem o presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Vítor Veloso, referindo ainda cinco mil novos casos anuais no país O número de casos conhecidos tem aumentado nos últimos cinco anos devido ao alargamento de rastreios, que permitem a detecção precoce da doença, e aos estilos de vida actuais, que incluem stress, má alimentação, sedentarismo e tabaco. Em declarações à Agência Lusa, o coordenador nacional das doenças oncológicas, Pedro Pimentel, acrescentou, por seu lado, que os números em cinco anos mostram uma taxa de sobrevivência entre os 75 e os 80 por cento. Tem-se registado um decréscimo sustentado e consistente na mortalidade, que passa pela cobertura do programa de rastreio e a maior consciencialização das mulheres, o que permite um diagnóstico mais precoce e uma maior taxa de sucesso no tratamento, referiu. Actualmente, o rastreio está acessível a metade das portuguesas, mas o presidente da Liga acredita que num máximo de dois anos a totalidade da população estará abrangida. Com uma cobertura total do programa a mortalidade poderá diminuir em 20 por cento num período de cinco a 10 anos, acrescentou à Lusa Vítor Veloso, em vésperas do dia nacional de prevenção do cancro da mama, que se assinala hoje. O programa de detecção é desenvolvido pela coordenação nacional de rastreio da Liga através de protocolos com as Administrações Regionais de Saúde. Actualmente, apenas a zona Centro tem uma resposta a 100 por cento, mas Vítor Veloso acredita que a muito curto prazo o rastreio já efectuado no Norte e no Sul se alargue, para que exista uma cobertura nacional desejável e indispensável para cumprir um desígnio da comunidade europeia. A nível de tratamentos, Vítor Veloso referiu as inovações a nível da radioterapia, cujos equipamentos são actualmente mais dirigidos e mais eficazes, e da hormoterapia e quimioterapia. Os mesmos avanços foram assinalados por Pedro Pimentel também como uma razão para os ganhos significativos no controlo da doença. O programa de rastreio do cancro da mama no Algarve, iniciado há três anos, já permitiu realizar mais de 26 mil mamografias, tendo sido diagnosticados e tratados em média quatro cancros por cada mil exames realizados, disseram terça-feira os responsáveis pela campanha. O rastreio, que tem como público-alvo as mulheres entre os 50 e os 67 anos, começou em Setembro de 2005 e encontra-se agora na segunda volta, em curso desde Fevereiro, tendo desde esse mês aderido cerca de 60 por cento das mulheres convocadas, um aumento de 16 por cento em relação à primeira fase. De acordo com os médicos responsáveis pelo projecto, cerca de 70 por cento das situações diagnosticadas na região têm apresentado boas perspectivas de cura graças ao diagnóstico atempado. || Casais inférteis protestam no Parlamento Vários carrinhos de bebés vazios estacionados em frente à Assembleia da República, em Lisboa, assinalaram ontem de manhã o descontentamento dos casais inférteis com os atrasos nos financiamentos prometidos há um ano para tratamentos. Na semana passada, a Direcção-Geral da Saúde informou a Associação Portuguesa de Infertilidade (API) de que os financiamentos serão pagos a partir do segundo trimestre do próximo ano, segundo Filomena Gonçalves, da organização que promoveu ontem o protesto frente ao Parlamento. Foi ainda referido que a porta de entrada para o início dos processos de tratamento será através de uma triagem e gestão de médicos de família, ginecologistas e urologistas, o que foi bem recebido pela API. Esse registo acontecerá através de um programa informático. || Fonte:Açoriano Oriental [Fim de Notícia]

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