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Congresso Nacional sobre Fracturas Osteoporóticas

no dia 03 de Dezembro de 2009
As fracturas continuam a ser a principal causa de mortalidade e morbilidade associadas à osteoporose, contudo dos mais de 9.500 doentes com osteoporose que sofrem fracturas da anca anualmente em Portugal devido à osteoporose, menos de 10% destes doentes recebe medicação para essa patologia, apesar da sua vulnerabilidade e da contínua perda de massa óssea. Foi o objectivo de debater a importância de tomar medidas que garantam o acompanhamento e o acesso ao tratamento a doentes com osteoporose após uma fractura, que teve lugar no 1 Congresso Nacional sobre Fracturas Osteoporóticas, nque decorreu nos dias 27 e 28 de Novembro no Fontana Park Hotel, em Lisboa. Este é um grave problema de saúde pública, que pode ser evitado, conforme explica Paulo Felicíssimo, Coordenador do Serviço de Ortopedia do Hospital Fernando da Fonseca, Presidente do Colégio de Ortopedia da Ordem dos Médicos e Presidente do Congresso, a prevenção de novas fracturas tem que ser uma prioridade para todos os profissionais de saúde, desde os ortopedistas, os reumatologistas e até aos médicos de família, que seguem de perto estes doentes após uma fractura. Não nos podemos esquecer que a osteoporose não desaparece com a ocorrência de uma fractura, um doente com osteoporose continua a precisar de tratar a doença. Só nos últimos 3 anos, cerca de 450 fracturas clínicas e 316 mortes poderiam ter sido evitadas em Portugal, caso os doentes que fracturaram em 2006, tivessem recebido tratamento para a osteoporose após a fractura, estabilizando as perdas de massa óssea. Hoje já existem tratamentos indicados para o tratamento da osteoporose pós fractura que previnem a ocorrência de uma segunda fractura e todas as consequências económicas e sociais que esta situação implica, acrescenta Paulo Felicíssimo. Dos 9.500 doentes com osteoporose que fracturam a anca anualmente, entre 10 a 20% acabam por morrer, no ano após a fractura. O ácido zoledrónico, um bifosfonato administrado por via intravenosa, está indicado não só como tratamento anual para a osteoporose em mulheres pós-menopáusicas, como também para tratamento de doentes com osteoporose que sofreram uma fractura da anca recente, registando uma redução de 35% do risco de novas fracturas e uma redução de 28% do risco de mortalidade atribuível a todas as causas em doentes que sofreram fractura recente. Para além do benefício para o doente, a prevenção de fracturas osteoporóticas, em particular da anca, irá ainda resultar numa diminuição das avultadas despesas e recursos humanos afectos ao Serviço Nacional de Saúde, já que todos os doentes com este tipo de fractura requerem internamento hospitalar, mais ou menos prolongado, e praticamente todos são submetidos a intervenção cirúrgica. Estima-se que em Portugal cada internamento por fractura do fémur represente um custo médio de 4.100 euros, sendo o custo directo anual em cuidados hospitalares, estritamente relacionados com as fracturas da anca, superior a 52 milhões de euros. A este custo é ainda necessário acrescentar os gastos subsequentes com a recuperação e apoio social relacionados com este tipo de doentes, como por exemplo a ocupação de camas nos serviços de ortopedia, apoio domiciliário e cuidados continuados, acrescenta Paulo Felicíssimo. Fonte:Grupogci [Fim de Notícia]

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