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Investigação levada a cabo pela universidade de Oxford

no dia 15 de Setembro de 2010
Doses maciças de vitamina B podem atrasar e até mesmo deter o progresso da doença de Alzheimer nos adultos, segundo um estudo publicado na revista científica digital Public Library of Science One (PLoS ONE). Uma equipa de investigadores da Universidade de Oxford, em parceria com colegas noruegueses, descobriu que se forem tomados diariamente comprimidos de vitamina B a redução do tamanho do cérebro, que se produz com a idade, pode ser retardada. Testes realizados durante dois anos com 168 idosos mostraram que quem toma aqueles suplementos tem, em média, uma atrofia 30 por cento inferior ao normal, havendo casos em que essa atrofia foi mesmo 50 por cento inferior. Aproximadamente 14 milhões de europeus e 5 milhões de norte-americanos sofrem de problemas de memória e outras perturbações das funções mentais, o que é considerado uma deterioração cognitiva ligeira, mas que pode degenerar na doença de Alzheimer. Apesar de os investigadores se congratularem com os resultados da investigação. alertam que não se deve recomendar aos idosos a ingestão desse tipo de suplementos vitamínicos sem ponderar os riscos e os benefícios e sem que sejam realizados futuros estudos. Nos testes levados a cabo, foram utilizadas doses de vitamina B12 trezentas vezes superiores ao indicado e níveis de ácido fólico quatro vezes acima do recomendado, tendo a vitamina sido usada como medicamento e não como suplemento vitamínico. Os investigadores administraram doses diárias de três tipos de vitamina B - B12, B6 e B9 (ácido fólico) - a um grupo de 84 pessoas, enquanto a outra metade do grupo tomou um placebo. Ao fim de dois anos, as radiografias mostraram que os cérebros de quem tinha tomado as vitaminas se reduziram 0,76 por cento por ano, enquanto quem não tomou sofreu um decréscimo cerebral de 1,08 por cento, o que representa uma diferença de 31 por cento. Os idosos que melhor responderam ao tratamento conseguiram reduzir em até 53 por cento o ritmo de redução do tamanho do cérebro. Os cientistas acreditam que as vitaminas do tipo B diminuem a atrofia cerebral reduzindo os níveis de um aminoácido presente no sangue e conhecido como homocisteína. Os métodos, objectivos e resultados do estudo estão disponíveis em www.plosone.org/article/info%3Adoi%F10.1371%2Fjournal.pone.0012244. Fonte:Atlântico Expresso [Fim de Notícia]

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