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Estudo publicado no "European Respiratory Journal"

no dia 09 de Maio de 2011
Prescrever antibióticos a pacientes com expectoração causada pela tosse aguda tem pouco ou nenhum efeito sobre os sintomas e na recuperação, conclui um estudo da Universidade de Cardiff, no Reino Unido. A tosse agura é uma das razões mais comuns que leva as pessoas a procurarem o médico. é também um dos factores que leva os médicos a prescreverem antibióticos. Tanto os especialistas como os pacientes geralmente acreditam que a produção de expectoração amarela e verde está associada a uma infecção bacteriana e que é mais provável que o paciente necessite de um tratamento antibiótico, comparado com a tosse não produtiva ou tosse que produz expectoração clara. No entanto, um novo estudo, publicado no "European Respiratory Journal", e liderado por Chris Butler, da Universidade de Cardiff, em conjunto com colegas de 14 centros europeus, analisaram dados de um estudo observacional onde participaram 3.402 pacientes adultos com tosse aguda que procuraram os cuidados de saúde em 14 redes de cuidados primários. A análise mostrou que o antibiótico não foi associado à melhora mais rápida dos sintomas nos participantes que expectoravam muco esverdeado ou amarelado. A recuperação da doença também não mostrou ser mais rápida. Os pacientes que expeliam muco de coloração mais escura receberam mais antibióticos do que as pessoas que tinham muco claro ou que não apresentavam expectoração. Esse facto fez com que os investigadores concluíssem que, tanto os médicos, como os pacientes dão demasiada importância à cor do muco. Isso pode induzir os clínicos a prescreverem antibióticos desnecessariamente. "Os nossos resultados acrescentam peso à mensagem de que a tosse aguda em adultos saudáveis é uma condição limitadora e o tratamento de antibióticos não acelera a recuperação de forma significativa. Na verdade, prescrever antibióticos nessa situação sem necessidade expõe as pessoas aos efeitos secundários de antibióticos, debilita o organismo e aumenta a resistência de antibióticos", resumiu o autor do estudo, Chris Butler, em comunicado. Fonte:Correio dos Açores [Fim de Notícia]

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