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20% dos medicamentos são mal comparticipados

no dia 13 de Outubro de 2011
O presidente do INFARMED admitiu que a comparticipação de cerca de 20% dos medicamentos não está correcta e que, por isso, vai ser obrigatório fazer uma "revisão global" para acabar com alguns apoios do Estado. "Cerca de 80% do que é comparticipado é bem comparticipado, mas haverá uma franja que não", afirmou Jorge Torgal durante a audição na Comissão de Saúde para discutir o fim da comparticipação das pílulas contraceptivas e da vacina contra o colo do útero e a redução na comparticipação de outros medicamentos. Aos deputados, o presidente da autoridade nacional da saúde admitiu que "vai ser obrigatório haver descomparticipações", que serão conhecidas após uma "revisão global da actual situação". Em declarações aos jornalistas, no final da audiência, o responsável explicou que os 80% são "um valor indicativo": "Pensamos que a maioria das comparticipações são reais necessidades dos cidadãos", admitindo que "há controvérsia técnica e científica em cerca de 20% das outras situações". Questionado sobre quais os medicamentos que deveriam deixar de ser comparticipados, explicou que a "avaliação tem de ser feita em sede de especialistas e caso a caso". Segundo o presidente do INFARMED, neste momento, não há nenhum medicamento na calha para ser descomparticipado, "mas no próximo ano haverão novos medicamentos que serão descomparticipados". Aos jornalistas, Jorge Torgal garantiu que a revisão das comparticipações é um facto normal "que já acontecia antes da troika chegar", mas durante a audição admitiu que uma das razões para ter apresentado uma proposta de redução ou fim de comparticipações prendia-se com o memorando da troika. O deputado do Bloco de Esquerda João Semedo, alertou para o facto de existiram "medicamentos que o estado comparticipa e que só trazem vantagens à induústria", uma denúncia que não foi nagada por Jorge Torgal. Fonte:Açoriano Oriental [Fim de Notícia]

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